quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Hoje meu pai estaria comemorando 85 anos de vida, há quase 2 não está mais entre nós. Dentre tantos adjetivos que a vida lhe qualificou, o mais consistente até agora é: feliz... meu pai foi um homem feliz... na sua singeleza de vida. Não chegou a saber da minha luta contra a doença. No início, quisemos preservá-lo de sofrer por mim, depois já era tarde, ele não tinha mais noção das coisas, e assim foi até o fim. Feliz... acreditava que era simples viver... hoje penso no quanto ainda preciso me deixar contagiar por isso.